Silvia Pinheiro 

Hoje sou metade... 

Metade sol ... metade chuva

Metade alegre e a outra metade triste...

Metade querendoir e a outra ficar...

Hoje sou metade...

Metade rabisco metade desenho...

umas vezes poesia ... outras vezes pintura

Metade do que fui... hoje é a metade do que sou............

Quando já não havia outra tinta no mundo o poeta usou do seu próprio sangue.
Não dispondo de papel, ele escreveu no próprio corpo.
Assim, nasceu a voz, o rio em si mesmo ancorado.
Como o sangue: sem voz nem nascente.

Mia Couto

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